O jornalista freelancer e ativista dos direitos humanos e ambientais, Alison Cabral, denunciou publicamente estar a ser alvo de perseguições, ataques, intimidações e insultos, numa publicação feita na sua página oficial nas redes sociais, no dia 30 de novembro de 2025, em Bissau.
Na mensagem tornada pública, Alison Cabral afirmou que, ao longo dos últimos anos, tem sido sistematicamente atacado por indivíduos que se escondem por detrás de perfis falsos, numa tentativa de desacreditar o seu trabalho enquanto influenciador de notícias e jornalista digital. Segundo o comunicador, essas ações visam pôr em causa a sua credibilidade profissional e o seu compromisso com a verdade.
O jornalista salientou ainda que provém de uma família que preza pelo caráter, a dignidade, os valores da democracia e o respeito pelos direitos humanos, rejeitando categoricamente qualquer envolvimento com interesses pessoais ou políticos que comprometam a independência jornalística. “Nunca estive interessado em trabalhar em troca de ‘tachos’ de pessoas que têm prestado um serviço negativo a esta nação”, afirmou, referindo-se à realidade sociopolítica da Guiné-Bissau.
Alison Cabral alertou igualmente os cidadãos guineenses de que não possui páginas ou perfis criados para divulgar informações falsas ou denegrir a imagem de terceiros, reforçando que o seu trabalho sempre foi pautado pela investigação, verificação dos factos e responsabilidade na divulgação de conteúdos de interesse público.
Apesar das preocupações manifestadas por amigos, colegas e familiares, o jornalista declarou sentir-se tranquilo e confiante no seu percurso profissional, sublinhando que nunca se envolveu em disputas políticas e que não tolerará qualquer tentativa de manchar o seu bom nome ou o da instituição que representa.
A denúncia expõe preocupações sérias relacionadas com a segurança pessoal, a liberdade de imprensa e o uso abusivo das redes sociais, num contexto em que jornalistas e comunicadores digitais enfrentam desafios cada vez maiores no exercício da sua profissão na Guiné-Bissau, exigindo maior responsabilidade no espaço digital, proteção aos profissionais da comunicação e respeito pelos princípios democráticos e pelos direitos fundamentais.
Redação: Betegb Fonte: AC
O jornalista salientou ainda que provém de uma família que preza pelo caráter, a dignidade, os valores da democracia e o respeito pelos direitos humanos, rejeitando categoricamente qualquer envolvimento com interesses pessoais ou políticos que comprometam a independência jornalística. “Nunca estive interessado em trabalhar em troca de ‘tachos’ de pessoas que têm prestado um serviço negativo a esta nação”, afirmou, referindo-se à realidade sociopolítica da Guiné-Bissau.
Alison Cabral alertou igualmente os cidadãos guineenses de que não possui páginas ou perfis criados para divulgar informações falsas ou denegrir a imagem de terceiros, reforçando que o seu trabalho sempre foi pautado pela investigação, verificação dos factos e responsabilidade na divulgação de conteúdos de interesse público.
Apesar das preocupações manifestadas por amigos, colegas e familiares, o jornalista declarou sentir-se tranquilo e confiante no seu percurso profissional, sublinhando que nunca se envolveu em disputas políticas e que não tolerará qualquer tentativa de manchar o seu bom nome ou o da instituição que representa.
A denúncia expõe preocupações sérias relacionadas com a segurança pessoal, a liberdade de imprensa e o uso abusivo das redes sociais, num contexto em que jornalistas e comunicadores digitais enfrentam desafios cada vez maiores no exercício da sua profissão na Guiné-Bissau, exigindo maior responsabilidade no espaço digital, proteção aos profissionais da comunicação e respeito pelos princípios democráticos e pelos direitos fundamentais.
Redação: Betegb Fonte: AC
