Sacerdote fez o alerta durante um encontro em Mansoa, defendendo o papel dos líderes religiosos na promoção da paz e apelando à oração pela estabilidade do país.
Bissorã
O pároco da Paróquia São José de Bissorã, padre Franco Beati, afirmou que a atual situação político-partidária na Guiné-Bissau transformou-se numa violação dos direitos humanos.
O sacerdote fez essa afirmação esta segunda-feira, na cidade de Mansoa, durante um encontro que reuniu líderes religiosos, líderes tradicionais e membros da sociedade civil, promovido pelo grupo Kupuduris de Paz de Oio San-Bontche. O encontro teve como objetivo discutir a busca de uma paz duradoura na Guiné-Bissau, num momento em que o país se encontra mergulhado numa crise política e social, provocada pelos acontecimentos registados no passado dia 26 de novembro Na sua comunicação, o padre Franco Beati afirmou que o homem religioso deve defender os direitos humanos como uma das formas fundamentais para alcançar a paz no mundo.
O sacerdote destacou ainda que a Guiné-Bissau é um país de comunhão, tendo em conta os lares existentes, sublinhando que não será fácil a divisão étnica, tribal e religiosa.
Por fim, o padre Franco Beati convidou os fiéis a não abandonarem as igrejas e apelou no sentido de rezarem pela paz na Guiné-Bissau.
Por: Siaca Sissé, no setor de Mansabá
Bissorã
O pároco da Paróquia São José de Bissorã, padre Franco Beati, afirmou que a atual situação político-partidária na Guiné-Bissau transformou-se numa violação dos direitos humanos.
O sacerdote fez essa afirmação esta segunda-feira, na cidade de Mansoa, durante um encontro que reuniu líderes religiosos, líderes tradicionais e membros da sociedade civil, promovido pelo grupo Kupuduris de Paz de Oio San-Bontche. O encontro teve como objetivo discutir a busca de uma paz duradoura na Guiné-Bissau, num momento em que o país se encontra mergulhado numa crise política e social, provocada pelos acontecimentos registados no passado dia 26 de novembro Na sua comunicação, o padre Franco Beati afirmou que o homem religioso deve defender os direitos humanos como uma das formas fundamentais para alcançar a paz no mundo.
O sacerdote destacou ainda que a Guiné-Bissau é um país de comunhão, tendo em conta os lares existentes, sublinhando que não será fácil a divisão étnica, tribal e religiosa.
Por fim, o padre Franco Beati convidou os fiéis a não abandonarem as igrejas e apelou no sentido de rezarem pela paz na Guiné-Bissau.
Por: Siaca Sissé, no setor de Mansabá
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Religião
