Deputada portuguesa apela ao respeito pela Constituição, à defesa da vontade popular e ao envolvimento de Portugal e da CPLP na proteção da ordem constitucional.
A deputada portuguesa Eva Rapdiva manifestou publicamente a sua solidariedade com o povo da Guiné-Bissau, na sequência da crise política instalada no país, marcada pela destituição de instituições, suspensão do processo eleitoral, encerramento das fronteiras e controlo militar do Estado. Numa publicação feita na sua página oficial, Eva Rapdiva afirmou acompanhar “com enorme preocupação” as informações que chegam de Bissau, considerando que os acontecimentos recentes representam “um grave retrocesso para a democracia e para a estabilidade política na região”.
A deputada sublinhou que, num país onde a população luta há décadas por paz, dignidade e instituições fortes, a atual situação constitui “um choque profundo”, defendendo que o povo guineense merece viver num Estado onde a vontade popular seja respeitada e onde a Constituição não seja interrompida pela força. Eva Rapdiva apelou ainda para que Portugal acompanhe a situação com atenção e responsabilidade, em articulação com parceiros internacionais e com a Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP), reforçando a necessidade de defender a ordem constitucional e a segurança da população civil.
Destacando a história da Guiné-Bissau, descreveu-a como marcada por coragem e resistência, expressando a esperança de que prevaleçam a serenidade, o diálogo e o respeito pelos direitos fundamentais.
A mensagem termina com um gesto simbólico de proximidade e apoio: “Ao povo guineense, deixo um abraço fraterno”, desejando paz, democracia, dignidade, saúde, educação, segurança e prosperidade para a Guiné-Bissau.
A declaração junta-se às várias reações internacionais que acompanham com apreensão a atual crise política vivida no país.
Redação: Betegb
A deputada portuguesa Eva Rapdiva manifestou publicamente a sua solidariedade com o povo da Guiné-Bissau, na sequência da crise política instalada no país, marcada pela destituição de instituições, suspensão do processo eleitoral, encerramento das fronteiras e controlo militar do Estado. Numa publicação feita na sua página oficial, Eva Rapdiva afirmou acompanhar “com enorme preocupação” as informações que chegam de Bissau, considerando que os acontecimentos recentes representam “um grave retrocesso para a democracia e para a estabilidade política na região”.
A deputada sublinhou que, num país onde a população luta há décadas por paz, dignidade e instituições fortes, a atual situação constitui “um choque profundo”, defendendo que o povo guineense merece viver num Estado onde a vontade popular seja respeitada e onde a Constituição não seja interrompida pela força. Eva Rapdiva apelou ainda para que Portugal acompanhe a situação com atenção e responsabilidade, em articulação com parceiros internacionais e com a Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP), reforçando a necessidade de defender a ordem constitucional e a segurança da população civil.
Destacando a história da Guiné-Bissau, descreveu-a como marcada por coragem e resistência, expressando a esperança de que prevaleçam a serenidade, o diálogo e o respeito pelos direitos fundamentais.
A mensagem termina com um gesto simbólico de proximidade e apoio: “Ao povo guineense, deixo um abraço fraterno”, desejando paz, democracia, dignidade, saúde, educação, segurança e prosperidade para a Guiné-Bissau.
A declaração junta-se às várias reações internacionais que acompanham com apreensão a atual crise política vivida no país.
Redação: Betegb

