Organizações denunciam atentado à verdade eleitoral, exigem libertação de presos políticos e reposição da ordem constitucional
A Frente Popular, em conjunto com o Movimento Revolucionário Po di Terra e a iniciativa Firkidja di Pubis, lançou um forte apelo à Greve Geral e à Desobediência Civil, convocando os guineenses a uma ação coletiva imediata em defesa da verdade eleitoral, da Constituição da República e da libertação dos presos políticos.
Num comunicado dirigido à população, as organizações afirmam que “a hora é de ação, não de palavras”, considerando que o atual cenário político representa um ataque profundo à vontade popular, à verdade eleitoral e à ordem constitucional. Segundo o documento, a situação exige uma resposta firme e contundente por parte do povo guineense.
Os signatários do apelo denunciam o que classificam como afastamento da vontade popular, detenções arbitrárias de líderes políticos e a relegação da Constituição da República para segundo plano. No comunicado, responsabilizam o Presidente Umaro Sissoco Embaló e acusam o Alto Comando Militar de traição aos interesses do povo guineense, alegando que estes estariam a agir em função de interesses políticos específicos.
De acordo com a Frente Popular e os movimentos aliados, a Greve Geral e a Desobediência Civil constituem instrumentos fundamentais de pressão para demonstrar a força da unidade popular. A paralisação é apresentada como um “grito de união” em defesa da verdade eleitoral, da libertação dos presos políticos, do fim do que denominam de “ditadura sissoquista” e da construção de uma Guiné-Bissau mais digna para todos. No comunicado, os movimentos listam quatro reivindicações centrais:
Reposição da verdade eleitoral;
Reposição da ordem constitucional;
Libertação dos presos políticos;
Fim da ditadura sissoquista.
As organizações classificam a Greve Geral e a Desobediência Civil como atos de coragem, resistência e solidariedade, sublinhando que esta é a forma encontrada para rejeitar o que consideram ser um “golpe sissoquista”. Defendem que a força do movimento reside na união do povo e apelam à participação massiva da população.
“A nossa luta é a luta de todos”, afirmam, reforçando que esta mobilização visa garantir uma Guiné-Bissau mais justa, democrática e solidária, assente no respeito pela vontade popular, pelas liberdades democráticas e pela Constituição da República.
O comunicado termina salientando que esta representa apenas uma fase da resistência, reiterando o compromisso da Frente Popular, do Movimento Revolucionário Po di Terra e da Firkidja di Pubis em continuar a luta até à reposição da verdade eleitoral e da ordem democrática no país.
Redação: Betegb
A Frente Popular, em conjunto com o Movimento Revolucionário Po di Terra e a iniciativa Firkidja di Pubis, lançou um forte apelo à Greve Geral e à Desobediência Civil, convocando os guineenses a uma ação coletiva imediata em defesa da verdade eleitoral, da Constituição da República e da libertação dos presos políticos.
Num comunicado dirigido à população, as organizações afirmam que “a hora é de ação, não de palavras”, considerando que o atual cenário político representa um ataque profundo à vontade popular, à verdade eleitoral e à ordem constitucional. Segundo o documento, a situação exige uma resposta firme e contundente por parte do povo guineense.
Os signatários do apelo denunciam o que classificam como afastamento da vontade popular, detenções arbitrárias de líderes políticos e a relegação da Constituição da República para segundo plano. No comunicado, responsabilizam o Presidente Umaro Sissoco Embaló e acusam o Alto Comando Militar de traição aos interesses do povo guineense, alegando que estes estariam a agir em função de interesses políticos específicos.
De acordo com a Frente Popular e os movimentos aliados, a Greve Geral e a Desobediência Civil constituem instrumentos fundamentais de pressão para demonstrar a força da unidade popular. A paralisação é apresentada como um “grito de união” em defesa da verdade eleitoral, da libertação dos presos políticos, do fim do que denominam de “ditadura sissoquista” e da construção de uma Guiné-Bissau mais digna para todos. No comunicado, os movimentos listam quatro reivindicações centrais:
Reposição da verdade eleitoral;
Reposição da ordem constitucional;
Libertação dos presos políticos;
Fim da ditadura sissoquista.
As organizações classificam a Greve Geral e a Desobediência Civil como atos de coragem, resistência e solidariedade, sublinhando que esta é a forma encontrada para rejeitar o que consideram ser um “golpe sissoquista”. Defendem que a força do movimento reside na união do povo e apelam à participação massiva da população.
“A nossa luta é a luta de todos”, afirmam, reforçando que esta mobilização visa garantir uma Guiné-Bissau mais justa, democrática e solidária, assente no respeito pela vontade popular, pelas liberdades democráticas e pela Constituição da República.
O comunicado termina salientando que esta representa apenas uma fase da resistência, reiterando o compromisso da Frente Popular, do Movimento Revolucionário Po di Terra e da Firkidja di Pubis em continuar a luta até à reposição da verdade eleitoral e da ordem democrática no país.
Redação: Betegb
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Política Nacional
