Carência de docentes e falhas nas telecomunicações comprometem educação e comunicação na tabanca de Djanna, setor de Pirada
A tabanca de Djanna, na secção de Imabé, setor de Pirada, enfrenta há mais de seis anos uma grave carência de professores, situação que está a comprometer o futuro escolar de dezenas de crianças da comunidade. Em declarações à Rádio Gandal, nesta terça-feira, 13 de janeiro de 2026, os moradores explicaram que, entre 2019 e 2020, a escola local contava com dois docentes contratados pelo Ministério da Educação. Contudo, após a queda do Governo, ambos abandonaram o estabelecimento de ensino, deixando a tabanca sem qualquer quadro docente oficial.
“Fomos obrigados a contratar um professor com os nossos próprios meios. Cada pai contribui no final do mês, mas, mesmo assim, ele não consegue atender todas as crianças”, lamentam os populares.
Segundo a comunidade, só o 1.º ano reúne mais de 40 alunos, enquanto o 2.º e o 3.º anos permanecem sem professores. As famílias acrescentam que as crianças não têm condições de percorrer diariamente os vários quilómetros que separam Djanna de Paunca, devido à tenra idade.
Para além das dificuldades no setor da educação, os moradores denunciaram também falhas graves na cobertura das redes de telecomunicações. A situação é ainda mais crítica no serviço da Telecel, que, afirmam, deixa de funcionar entre as 17h e as 08h, dificultando a comunicação, sobretudo em casos de emergência.
Por: Saliu Sandém
A tabanca de Djanna, na secção de Imabé, setor de Pirada, enfrenta há mais de seis anos uma grave carência de professores, situação que está a comprometer o futuro escolar de dezenas de crianças da comunidade. Em declarações à Rádio Gandal, nesta terça-feira, 13 de janeiro de 2026, os moradores explicaram que, entre 2019 e 2020, a escola local contava com dois docentes contratados pelo Ministério da Educação. Contudo, após a queda do Governo, ambos abandonaram o estabelecimento de ensino, deixando a tabanca sem qualquer quadro docente oficial.
“Fomos obrigados a contratar um professor com os nossos próprios meios. Cada pai contribui no final do mês, mas, mesmo assim, ele não consegue atender todas as crianças”, lamentam os populares.
Segundo a comunidade, só o 1.º ano reúne mais de 40 alunos, enquanto o 2.º e o 3.º anos permanecem sem professores. As famílias acrescentam que as crianças não têm condições de percorrer diariamente os vários quilómetros que separam Djanna de Paunca, devido à tenra idade.
Para além das dificuldades no setor da educação, os moradores denunciaram também falhas graves na cobertura das redes de telecomunicações. A situação é ainda mais crítica no serviço da Telecel, que, afirmam, deixa de funcionar entre as 17h e as 08h, dificultando a comunicação, sobretudo em casos de emergência.
Por: Saliu Sandém
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Educação / Sociedade
