Liga Guineense dos Direitos Humanos condena tomada de poder por militares, exige libertação de detidos e retoma imediata do processo eleitoral.
A Liga Guineense dos Direitos Humanos (LGDH) emitiu, nesta quinta-feira (27 de novembro de 2025), um comunicado condenando a tomada de poder por militares na Guiné-Bissau, classificando o ato como uma tentativa de “interrupção forçada” do processo eleitoral em curso.
Segundo a organização, a ação militar representa uma afronta à soberania popular, constituindo um golpe devastador contra a democracia e o Estado de Direito. A LGDH afirma ainda estar em posse de denúncias sobre detenção arbitrária de figuras políticas e invasões a residências de outras personalidades, com os detidos levados para local desconhecido.
O comunicado detalha que o autoproclamado Comando Militar anunciou a suposta destituição das principais instituições do Estado, a imposição de toque de recolher obrigatório, o encerramento compulsivo de órgãos de comunicação social e o fechamento total das fronteiras nacionais por tempo indeterminado.
Seis pontos da deliberação da LGDH: Condenar enérgicamente o golpe de Estado e qualquer ação que desmantele o processo eleitoral ou confisque a vontade popular.
Exigir a libertação imediata e incondicional de todos os cidadãos detidos.
Exortar os militares a deporem as armas, regressarem às casernas e permitir a continuação transparente do processo eleitoral.
Exigir contenção e cessação imediata de qualquer ação que limite ou suprima os direitos e liberdades fundamentais.
Exigir o levantamento do toque de recolher e a reabertura plena dos órgãos de comunicação social e redes sociais, garantindo informação livre e independente.
A LGDH reforça, assim, seu compromisso com a paz, a justiça e os direitos humanos, apelando à comunidade nacional e internacional para que pressione pela restauração da ordem constitucional e pela proteção da democracia na Guiné-Bissau.
Redação:Betegb
Segundo a organização, a ação militar representa uma afronta à soberania popular, constituindo um golpe devastador contra a democracia e o Estado de Direito. A LGDH afirma ainda estar em posse de denúncias sobre detenção arbitrária de figuras políticas e invasões a residências de outras personalidades, com os detidos levados para local desconhecido.
O comunicado detalha que o autoproclamado Comando Militar anunciou a suposta destituição das principais instituições do Estado, a imposição de toque de recolher obrigatório, o encerramento compulsivo de órgãos de comunicação social e o fechamento total das fronteiras nacionais por tempo indeterminado.
Seis pontos da deliberação da LGDH: Condenar enérgicamente o golpe de Estado e qualquer ação que desmantele o processo eleitoral ou confisque a vontade popular.
Exigir a libertação imediata e incondicional de todos os cidadãos detidos.
Exortar os militares a deporem as armas, regressarem às casernas e permitir a continuação transparente do processo eleitoral.
Exigir contenção e cessação imediata de qualquer ação que limite ou suprima os direitos e liberdades fundamentais.
Exigir o levantamento do toque de recolher e a reabertura plena dos órgãos de comunicação social e redes sociais, garantindo informação livre e independente.
A LGDH reforça, assim, seu compromisso com a paz, a justiça e os direitos humanos, apelando à comunidade nacional e internacional para que pressione pela restauração da ordem constitucional e pela proteção da democracia na Guiné-Bissau.
Redação:Betegb

