Comunidade cristã de Bissau reuniu-se este domingo para rezar pelos falecidos, numa cerimónia marcada pela fé, esperança e reflexão sobre a vida eterna.
Bissau, 2 de novembro de 2025
A comunidade cristã reuniu-se este domingo no cemitério de Antula para celebrar o Dia de Finados, uma data dedicada à oração e lembrança de todos os fiéis defuntos. Durante a homilia, o pároco da Paróquia São Francisco de Assis de Antula, padre Paulo Sombel Faie, apelou aos fiéis para que rezem por todos os que já partiram, sublinhando que “a morte não é o fim, mas o início de uma vida nova”.
O sacerdote destacou que o Dia de Finados não deve ser visto como um momento de tristeza, mas sim de esperança e fé na vida eterna.
“Não celebramos a morte, mas a vida que nunca acaba. O Dia de Finados não é um dia para chorar, e sim para recordar e rezar”, afirmou o padre Paulo.
No final da celebração, o pároco lembrou que o cemitério é o destino comum de todos e exortou os fiéis a colocarem Deus em primeiro lugar. “O cemitério é o nosso último lugar. Um dia todos seremos chamados de defuntos. Devemos viver com fé, porque Deus nunca castiga o homem”, concluiu.
Por sua vez, a paroquiana Inês Nanque incentivou os fiéis a continuarem a rezar pelos defuntos e a praticarem o bem entre os vivos.
“Devemos amar uns aos outros, fazer sempre o bem e estar vigilantes, porque a vida é passageira”, afirmou. A celebração terminou com momentos de oração e cânticos, num ambiente de fé, comunhão e reflexão cristã.
Por: Daniel Luís Té
Bissau, 2 de novembro de 2025
A comunidade cristã reuniu-se este domingo no cemitério de Antula para celebrar o Dia de Finados, uma data dedicada à oração e lembrança de todos os fiéis defuntos. Durante a homilia, o pároco da Paróquia São Francisco de Assis de Antula, padre Paulo Sombel Faie, apelou aos fiéis para que rezem por todos os que já partiram, sublinhando que “a morte não é o fim, mas o início de uma vida nova”.
O sacerdote destacou que o Dia de Finados não deve ser visto como um momento de tristeza, mas sim de esperança e fé na vida eterna.
“Não celebramos a morte, mas a vida que nunca acaba. O Dia de Finados não é um dia para chorar, e sim para recordar e rezar”, afirmou o padre Paulo.
No final da celebração, o pároco lembrou que o cemitério é o destino comum de todos e exortou os fiéis a colocarem Deus em primeiro lugar. “O cemitério é o nosso último lugar. Um dia todos seremos chamados de defuntos. Devemos viver com fé, porque Deus nunca castiga o homem”, concluiu.
Por sua vez, a paroquiana Inês Nanque incentivou os fiéis a continuarem a rezar pelos defuntos e a praticarem o bem entre os vivos.
“Devemos amar uns aos outros, fazer sempre o bem e estar vigilantes, porque a vida é passageira”, afirmou. A celebração terminou com momentos de oração e cânticos, num ambiente de fé, comunhão e reflexão cristã.
Por: Daniel Luís Té
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Religião e Sociedade


