A Associação de Estudantes, Filhos e Amigos de Mansoa (AEFA) considerou hoje, 19 de novembro de 2025, inexistente, precipitado e prejudicial à comunidade o despacho do Ministro da Educação Nacional, Ensino Superior e Investigação Científica que exonerou a diretora do Liceu Regional Quemo Mané.
A exoneração surge após a controvérsia relacionada com a suposta dispensa dos alunos para participarem no comício do candidato presidencial Fernando Dias, realizado segunda-feira, dia 17. Na sequência do episódio, o Ministro da Educação decidiu nomear Quintino Sadjo Sambu para substituir Mariama Sanhá na direção do Liceu Regional Quemo Mané.
Entretanto, na nota de repúdio à qual a Betegb teve acesso, a AEFA afirmou que a medida tomada pelo Ministro da Educação, Queba Djakité, não deverá produzir qualquer efeito até que sejam respeitados os canais de diálogo e o interesse dos estudantes.
A Associação chamou atenção para a atual situação crítica do corpo docente no liceu, denunciando que a instituição enfrenta uma insuficiência significativa de professores, situação que compromete o normal funcionamento das aulas e o aproveitamento escolar dos alunos no presente ano letivo.
Segundo a organização, em vez de reforçar as condições pedagógicas, a decisão do Ministério agrava um cenário já frágil.
Relativamente ao Liceu Regional Quemo Mané, a AEFA destacou que qualquer nomeação ou exoneração da direção deve respeitar o acordo estabelecido entre as partes signatárias — nomeadamente os pais e encarregados da educação, a Missão Católica e o próprio Ministério da Educação. A nota esclarece que este entendimento resulta de um memorando de acordo assinado entre as entidades, precisamente para evitar decisões unilaterais que possam gerar instabilidade na gestão escolar.
Por: Siaca Sissé
Entretanto, na nota de repúdio à qual a Betegb teve acesso, a AEFA afirmou que a medida tomada pelo Ministro da Educação, Queba Djakité, não deverá produzir qualquer efeito até que sejam respeitados os canais de diálogo e o interesse dos estudantes.
A Associação chamou atenção para a atual situação crítica do corpo docente no liceu, denunciando que a instituição enfrenta uma insuficiência significativa de professores, situação que compromete o normal funcionamento das aulas e o aproveitamento escolar dos alunos no presente ano letivo.
Segundo a organização, em vez de reforçar as condições pedagógicas, a decisão do Ministério agrava um cenário já frágil.
Relativamente ao Liceu Regional Quemo Mané, a AEFA destacou que qualquer nomeação ou exoneração da direção deve respeitar o acordo estabelecido entre as partes signatárias — nomeadamente os pais e encarregados da educação, a Missão Católica e o próprio Ministério da Educação. A nota esclarece que este entendimento resulta de um memorando de acordo assinado entre as entidades, precisamente para evitar decisões unilaterais que possam gerar instabilidade na gestão escolar.
Por: Siaca Sissé
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Educação / Sociedade
